Jales, 31 de Agosto de 2026

Apresentações e exposição na Unijales marcam o Dia da Consciência Negra

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Apresentações e exposição na Unijales marcam o Dia da Consciência Negra
O grupo de capoeira mostrou aos alunos a representação a resistência dos escravos à bruta violência a que eram submetidos em tempos coloniais e imperiais

Na quinta-feira, dia 21 de novembro, foi realizado na Unijales pelo professor Leo Huber, um evento do curso de História, com a participação de Letras e Pedagogia, que marcou o Dia da Consciência Negra (20 de novembro).

Nas dependências da Unijales, exposições, apresentações de capoeira, considerada símbolo da cultura e da resistência dos negros em nosso país e leituras dramatizadas chamaram a atenção dos alunos.

A apresentação do grupo de capoeira foi pensada para mostrar aos alunos a representação à resistência dos escravos sobre a brutal violência a que eram submetidos em tempos coloniais e imperiais no Brasil.

Os alunos do curso de Artes Visuais pintaram obras de artes sobre telas. Os quadros ficaram expostos na Unijales. Já os alunos de História realizaram pesquisas sobre a presença do negro no Brasil e sua contribuição para o desenvolvimento da nossa cultura e organizaram cenários que representam as principais atividades.

O curso de Letras apresentou uma leitura dramatizada do poema “Essa Nega Fulô”, de Jorge de Lima. As alunas e a coordenadora, Tamar Naline Shumiski estavam caracterizadas com roupas e turbantes que as negras usavam.

O 1º ano de Pedagogia confeccionou bonecas “Abayomi”, em sala de aula e apresentou durante o evento.

Esse projeto teve início em sala de aula, com uma palestra apresentada pelo professor Jemerson Quirino, que falou sobre Racismo. Em outro momento, o professor Luiz Antônio Maiolo também ministrou para os alunos uma palestra sobre o tema e ensinou a confecção das bonecas.

“O objetivo é levar a cultura afrodescendente para a sala de aula como forma de valorização dessa cultura, além de mostrar que 50% da população brasileira é negra. Esse é um projeto que me move demais”, disse a professora Tamar Naline Shumiski.

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