Você sabe o que é e para que serve a Análise do Comportamento?
Essa é, hoje, uma das terapias mais indicadas para o tratamento do Transtorno do Espectro Autista O Transtorno do Espectro Autista (TEA) &ea

Essa é, hoje, uma das terapias mais indicadas para o tratamento do Transtorno do Espectro Autista
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado por um déficit na comunicação e interação social, e comportamentos restritos. Estas dificuldades afetam não apenas a plena participação do indivíduo na sociedade, como também todo o seu processo de aprendizagem. Com o avanço da medicina e da tecnologia, hoje temos várias terapias e tratamentos que ajudam a minimizar os impactos do transtorno na vida dessas pessoas, e um deles é a Análise do Comportamento Aplicada (ABA). Você conhece?
De acordo com coordenadora do núcleo de TEA do Núcleo de Recuperação Motora Cognitiva e Comportamental (NUPA), Giulianna Victoria Yoshie Kume (CRP08/17797), a Análise do Comportamento Aplicada (ABA) consiste na aplicação dos princípios da ciência na análise do comportamento em contextos de intervenção social. Nela, são utilizados procedimentos para aumentar e refinar o repertório comportamental do paciente com TEA. “O ABA tem como objetivo ensinar e aprimorar habilidades para o indivíduo com TEA. Nesse tratamento, nós investigamos a função do comportamento e utilizamos técnicas que têm como finalidade mudanças comportamentais, facilitando sua aprendizagem e adaptação em sociedade”, elucida.
Ainda segundo a especialista, essa é uma terapia revolucionária, que possui comprovações de eficácia no tratamento do TEA, sendo a precocidade um fator muito importante, pois quanto antes for realizado o diagnóstico e a intervenção, melhores serão as resposta da criança. Para finalizar, Giulianna alerta sobre a importância de a sociedade conhecer e entender o TEA. “Diante de um transtorno que vem aumentando significativamente, é imprescindível que a sociedade saiba como identificá-lo, bem como desenvolver os mecanismos de intervenção para que autistas possam participar ao máximo da vida em sociedade, possibilitando maior independência e autonomia”.
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