Defesa Agropecuária orienta produtores para evitar casos de raiva animal
Em propriedades rurais da região, morcegos hematófagos, também conhecidos como vampiros, têm sido um risco aos re
Em propriedades rurais da região, morcegos hematófagos, também conhecidos como vampiros, têm sido um risco aos rebanhos. Eles se alimentam de sangue e transmitem a raiva animal.
Todo morcego pode carregar o vírus da raiva, mas a transmissão só ocorre quando há contato da saliva com o sangue do animal. A taxa de mortalidade do animal mordido é de praticamente 100% e a única forma de evitar a doença é a vacina, que deve ser aplicada uma vez por ano.
Além do animal, a raiva pode contaminar as pessoas. Se acontecer, é necessário procurar um serviço de saúde para tomar a vacina.
A Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo tem feito operações para conter a transmissão da doença. Equipes se dividem nas diferentes regiões do estado e procuram colônias de morcegos.
Essas equipes aplicam um produto, não com a ideia de extinção do animal, mas sim o controle. O produto pode eliminar até dez indivíduos de uma mesma colônia.
O local da colônia é mapeado pela Defesa Agropecuária, para que as equipes possam voltar e monitorar a quantidade de indivíduos naquele ponto. Como os morcegos têm hábitos noturnos, o trabalho também é feito à noite.
Os técnicos orientam que, quando um animal for mordido, o produtor deve comunicar a Defesa Agropecuária do estado imediatamente. Além disso, é preciso manter o rebanho imunizado.
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