
A Polícia Civil do Estado de São Paulo, por meio da Central de Polícia Judiciária de Jales, deflagrou, na quarta-feira (29/07), a Operação Cyberconnect – Fase 6, destinada ao cumprimento de mandados de busca e apreensão relacionados a investigações de crimes de estelionato e fraudes praticadas por meios eletrônicos.
As diligências são resultado de investigações conduzidas por policiais civis de Jales e abrangem cinco diferentes modalidades de golpes, que, somadas, causaram prejuízo estimado em R$ 326.797,42 às vítimas.
Entre as apurações estão o golpe do falso investimento, que gerou prejuízo de aproximadamente R$ 87,4 mil; o chamado “golpe da mão fantasma”, modalidade de fraude eletrônica em que os criminosos obtêm acesso indevido ao dispositivo da vítima, com prejuízo estimado em R$ 97,6 mil; o golpe do falso leilão, responsável por prejuízo de aproximadamente R$ 71,2 mil; o golpe da falsa central bancária, com prejuízo de cerca de R$ 50,5 mil; e o golpe do falso advogado, que resultou em prejuízo próximo de R$ 20 mil.
Durante as diligências, realizadas em diferentes cidades do Estado, foram cumpridas ordens judiciais e apreendidos aparelhos celulares, cartões bancários e outros objetos de interesse para as investigações. Em algumas das diligências, os investigados foram localizados e encaminhados espontaneamente às unidades policiais para prestar esclarecimentos, sendo posteriormente liberados.
As buscas foram realizadas com apoio de equipes policiais das localidades envolvidas, incluindo unidades da Capital, Mauá, Osasco, Cubatão e Praia Grande. Os dispositivos eletrônicos e demais materiais apreendidos serão submetidos à análise, podendo contribuir para o esclarecimento da dinâmica dos crimes, identificação de outros envolvidos e eventual localização de novos elementos probatórios.
A Polícia Civil alerta a população para a necessidade de cautela diante de propostas de investimentos, anúncios de leilões, contatos telefônicos de supostas centrais bancárias e abordagens de pessoas que se apresentam como advogados ou representantes de instituições. Em caso de dúvida, a orientação é interromper o contato e procurar diretamente a instituição envolvida por meio de canais oficiais.
As investigações prosseguem sob responsabilidade da Polícia Civil de Jales, com o objetivo de identificar todos os envolvidos e promover a responsabilização criminal dos autores.




















