Santa Casa de Jales realiza ação de alusão ao Setembro Amarelo
No mês que reforça a campanha de prevenção ao suicídio, o setor de Recursos Humanos, organizou uma palestra sobre a conscientização do Setembro Amarelo, com a médica psiquiátrica, Dra. Maithê Crespo Mandarini, na manhã de quarta-feira (21/09), aos co

No mês que reforça a campanha de prevenção ao suicídio, o setor de Recursos Humanos, organizou uma palestra sobre a conscientização do Setembro Amarelo, com a médica psiquiátrica, Dra. Maithê Crespo Mandarini, na manhã de quarta-feira (21/09), aos colaboradores da instituição.
Durante a palestra a Dra. Maithê explicou a importância de falar sobre o assunto abertamente, e abordar o tema com os amigos, familiares, colegas de trabalho, e o quanto acolher é importante. “Sempre que percebemos que alguém próximo não está bem, e esse indivíduo começar apresentar alguns sinais preocupantes, precisamos ligar o alerta e devemos acolher e não julgar, cada pessoa tem à sua maneira e forma de sentir algo, não somos iguais, e o Setembro Amarelo vem para reforçar isso, informar sobre o assunto, quebrar alguns tabus”.
Ao final da apresentação alguns colaboradores tiraram dúvidas sobre o assunto. A psicóloga hospitalar, Bruna Azevedo, realizou a entrega de um mimo para a Dra. Maithê doado pela colaborada Sulaine do setor de lavanderia.
Os colaboradores participantes também receberam um mimo, reforçando a informação e prevenção do tema.
Setembro Amarelo: O mês de setembro é o mês dedicado a campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, sendo o dia 10 desse mês o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. A campanha, Setembro Amarelo foi criada no Brasil, em 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), sendo de extrema importância, uma vez que o suicídio é um problema grave de saúde pública e que, muitas vezes, pode ser evitado. A melhor maneira de ajudar o próximo é por meio da informação, do aprendizado e, assim, auxiliar por meio de uma escuta ativa e sem julgamentos, com empatia e disponibilidade, sempre levando a um acompanhamento médico mental, que saberá como agir diante da situação do paciente.
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