09 de Agosto, 2025 12h08mEmprego

Aumento de empregos formais no setor privado foi maior entre as mulheres do que entre os homens, entre 2023 e 2024

A Fundação Seade divulgou dados sobre emprego formal no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego.

A Fundação Seade divulgou dados sobre emprego formal no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego. Observa-se que em dezembro de 2024 havia 14,1 milhões de pessoas empregadas formalmente no setor privado, aumento de 474 mil (3,5%) postos de trabalho em relação a dezembro de 2023. O crescimento foi maior entre as mulheres (275 mil postos a mais, ou 4,7%), do que entre os homens (199 mil, ou 2,6%). Com esse desempenho, os homens passaram a responder por 56,5% e as mulheres por 43,5% dos empregos com carteira assinada no setor privado paulista. 

 O salário médio cresceu ligeiramente mais para homens (0,9%) do que para mulheres (0,5%) – respectivamente, R$ 4.982 e R$ 3.944. 

 Entre 2023 e 2024, os grupamentos de informação, comunicação, atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas e indústria geral, foram os setores com maior participação no total de empregos formais do setor privado, apresentando pequenas oscilações no período. Os salários médios mais altos foram os dos grupamentos de informação e comunicação e indústria geral. 

 Considerando o porte dos estabelecimentos, aqueles com 1.000 ou mais empregados representavam, em 2024, 18,3% do total de empregos formais no setor privado no Estado de São Paulo, seguidos por aqueles com 20 a 49 empregados, os quais correspondiam a 14,0%. Regra geral, os salários médios dos grandes estabelecimentos foram superiores aos dos menores, excetuando-se aqueles com 500 a 999 empregados: estes registraram salário médio de R$ 5.947, versus R$ 5.793 dos estabelecimentos de 1.000 ou mais empregados. 

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 Em 2024, mais da metade dos empregados com carteira assinada no setor privado (50,7%) ganhavam até 2 salários mínimos, e a remuneração média dos empregados que recebiam mais de 20 salários mínimos (R$ 46.208) era 40 vezes maior do que a daqueles com até um salário mínimo (R$ 1.155).

 

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